Sábado, Dezembro 30, 2006

Bom Ano

Gostava de Cumprimentar todos os Companheiros (e não) que, de quando em vez, acedem ao blog.

Pederia ainda desculpas pela ausência forçada.

Futuramente penso ter disponibilidade para continuar a escrever aqui, e no Fórum.

E por fim, desejaria a todos um Óptimo Ano de 2007.

Domingo, Junho 18, 2006

ENTREVISTA À LIDER DAS FEMINA HONORATAE

1- Quais são os objectivos da Secção Feminina da Frente Nacional?

Os objectivos não são somente um grupo e consciência de que somos uma ‘secção feminina’ que apoia a Frente Nacional e que nela se revê, mas, algo mais…..È a consciência de que algo há que criar de alternativo a este Regime Capitalista e Oco valorizando a realidade humana, a nossa Cultura e a nossa existência como Nação , que nos leva a querer fazer algo.

Este ‘algo’ acaba por ser um apoio e uma mais valia , para a Frente Nacional , mas uma alternativa Cultural e prática ao próprio Sistema Cultural Estatal materialista , que nos dá aquilo que é do interesse alheio e dos Lobis com o qual está ‘apadrinhado’.



2- Quais foram as razões que vos levaram a escolher este nome?

O nome será o mais simples e básico que qualquer mulher deve louvar ,querer para si e defender….honrada….e muito ligada a sua descendência linguistica cultural o Latim…Feminae Honoratae, ou seja , Mulheres Honradas…ou Honradas Mulheres…qual é a mulher que não preza este valor e não o quer para si???Penso que todas o querem instintivamente ….o que existe é uma substituição dom papel da mulher e das suas próprias diferenças , e características em prol de ideais que são tudo menos o do equilíbrio natural humano e social ,que é um resultado do mesmo.


3- Mas vocês são feministas? Que considerações te merecem os movimentos feministas?

O Feminismo é algo doentio, o qual nada defendemos…o que se passa com este tipo de grupo, ou associações é uma mais valia a determinados valores que consideramos essenciais e superiores aos actualmente erradamente educados e ‘apregoados’ , e ser uma mais valia em termos práticos. Valores que as mulheres devem defender para si e para uma Educação dos nosso filhos e Futuro de Portugal.

Uma solução prática , perante aquilo que o Estado não cria e deixa vazio , que pretendemos fazer algo para dignificar e recuperar aquilo que todos os dias vemos destruir aos nosso olhos. Recuperar a nossa Identidade e referências ancestrais e culturais é algo que achamos primordial para que continuemos a existir como Nação ,mas também ,a ser respeitados pelas outras culturas e ter Soberania sobre nós próprios.


4- Indica 5 lugares de visita do nosso Portugal aos nacionalistas:

Óbidos…..é muito bonito , principalmente me ‘tempos calmos’ , sem muita confusão de festas ….Porque não Tomar e o que o rodeia do Rio Zézere ???…muito bonito e local de tanto trás saúde , como entretimento e mesmo desporto.O Geres é algo divinal….dos poucos sítios que ainda está preservado e onde se pode passear em contacto com natureza característica e protegida , em vez do que a que encontramos ao longo do continente de exploração comercial…chegando ao Cumulo de destruir o próprio ecossistema e terra local , para ver crescer , arvores (que a destroiem ) mas , dão ‘frutos’ de Euros muito rápido , nem que isso seja a custa do próprio terreno que morre devido á exaustão deste tipo de culturas….As própria s Beiras têm zonas que tirando uns dias de ‘retiro’…podemos percorrer maravilhas aos nossos olhas , desfrutando do bom comer e mirar de tais zonas.Sintra …sim é muito bonita e toda a magia que existe á volta da mesma …até á Malveira …caminhando por caminhos que não são roteiro turístico…mas que agradam e nos transferem a uma sensação e harmonia com a Natureza muito nossa que só a própria experiência consegue relatar…..e mais…e mais…e muito mais…, mas, eram só 5…


5- Indica 5 Livros, que consideres de leitura obrigatória

Não acho que alguém se deva orientar por somente 5 Obras que considera essenciais….e tendo em conta todas aquelas que influenciaram o Conhecimento e a nossa Cultura seriam inúmeras……

O Nome da Rosa, O Príncipe. , O Profano e o Sagrado , As Três Ordens , A Identificação de um Pais - Oposição- vol I.; Composição _ Vol.II, A Eneida , Tristão e Isolda. ,( Odisseia , Discurso do método , Odisseia , A Canção de Rolando…..Platão e claro , para compreender o Mundo ‘Antigo’ Aristóteles…. e todas as Obras ‘marco’ são muito importantes para nos descobrirmos a nós e ao Mundo .Este conhecimento permite-nos conseguirmos decifrar a própria Beleza , validade e compreensão das Obras que se seguiram a estas mesmas , mais actuais ( apesar de muitas delas serem fruto do imaginário Contemporâneo têm em si uma visão e maneira de pensar as coisas herdadas destas primeiras Obras),Homens , Espadas e Tomates……entre milhões de outros ,uns mais actuais. Mas acho essencial conhecer o que de mais Belo e herdado foi escrito anteriormente , dai focar Obras mais ligadas ao Passado ,ou de compreensão do mesmo…..faltam muitos…é muito difícil escolher!!!


6- Uma data que consideres importante na história nacional?

A data de 1128 da Batalha de São Mamede ….que é o marco da nossa independência e Soberania como Reino independente e reconhecido entre os iguais do seu tempo. Em 1129 D. Afonso Henriques exercia já um poder local Supremo reconhecido por os outros Reis da Cristandade e controlando o território e fronteiras que compunham o mesmo, assim como, os seus Senhores que lhe eram leais ( tanto Nobres como o Clero locais) . A Bula Papal só veio mais tarde confirmar uma realidade já existente. Por isso esta data é um marco dos mais importantes ,m senão o mais importante que marca a formação do Reino de Portugal como Independente.


7- E uma figura histórica?

Será sempre em primeiro D. Afonso Henriques …mas, D. AfonsoX , D. Dinis…D. Manuel, D. João II, exemplos estrangeiros de grandes atitudes e compreensão do Mundo e Cultura , D. Leonor da Aquitânia, alguns Humanistas,…Maquievel (em algumas das suas ideias e raciocínio), Afonso VI de Leão……D. João V, S. Bernardo de Claraval , Leonardo Da Vinci , Nietzsche , etc , etc.

‘’ Feminae Honoratae…..em prol de um Portugal saudável , preservando os nossos valores e raízes acima de tudo. Em honra dos nossos Ancestrais e construindo - com muito carinho - um Futuro para os nossos filhos. ‘’


Retirado de:
http://pt.novopress.info/?p=614

Sexta-feira, Junho 16, 2006

Mais um caso...

"Mais uma grande mentira tem sido divulgada na generalidade dos Media, desta vez sobre a detenção de "11 skinheads" no Cais do Sodré, a propósito de "agressões racistas", como foi prontamente anunciado pelos jornalistas quem nem se dignaram a ouvir qualquer uma das partes envolvidas.

Por isso convém fazer um pequeno esclarecimento para que todos os portugueses, e sobretudo os nacionalistas, não se deixem levar no embalo da mentira, a propósito de mais esta "notícia" terrorista e sensacionalista.

1. É uma absurda mentira que tenha havido qualquer agressão ou confrontos físicos. O que houve foi uma troca de insultos e ameaças que foram iniciadas por 4 elementos de raça negra, e não "um negro e três brancos" como dizem os Media, e que foram respondidas na mesma medida pelos nacionalistas.

2. Mesmo que qualquer uma das partes tentasse agredir a outra, o facto dos provocadores e dos nacionalistas estarem separados por uma distância de cerca de 30 metros e um enorme muro seria facto impeditivo do mesmo.

3. É mentira que tenham sido "detidos 11 skinheads". Foram identificadas 11 pessoas e detidas apenas 3 delas que foram presentes ao Tribunal de Instrução Criminal que os libertou com TIR precisamente por não terem ocorrido qualquer tipo de agressões ou "discriminações raciais" como dizem os Media.

4. É mentira que os factos tenham qualquer tipo de relação com o "10 de Junho", já que os terroristas da SIC(k) fizeram questão de ir ao arquivo buscar imagens do "10 de Junho de 95 no Bairro Alto" e fazendo uma relação entre estes dois casos e o 10 de Junho celebrado pelo PNR. Curioso que nunca tentaram o mesmo tipo de relacionamento quando, nas últimas eleições, houve apedrejamentos, agressões, e até assassinatos de autarcas, entre elementos dos partidos do sistema.

5. A verdade é que esses 4 "jovens" até estavam, no momento em que ocorreram os factos, em fuga das autoridades policiais por suspeitas de tráfico de droga. Talvez por isso é que quem se apresentou na esquadra a fazer queixa dos nacionalistas, os tais "3 brancos e 1 negro" que os Media referem, não tenham sido as mesmas pessoas que iniciaram os desacatos. Isto foi referido por um dos agentes envolvidos, que chegou a afirmar que "vocês foram encontrados por acaso, porque andávamos atrás desses 'jovens', por suspeitas de tráfico de droga".

6. Estranhamos que um caso ocorrido na Graça, durante os Santos Populares, esse sim racista e de verdadeira agressão, em que um branco foi esventrado por um "jovem", não tenha merecido dos Media qualquer tipo de atenção, ao contrário deste caso banal de troca de insultos e ameaças, e que ocorrem diariamente provocados quase sempre por parte de "jovens", tenha sido primeira página e abertura de telejornais.

7. Estranhamos igualmente a avidez com que os Media tentam relacionar a questão política com a reacção de portugueses, nacionalistas é certo, às habituais provocações de "jovens", fazendo até questão de "divulgar a cor do crime" ao contrário do que é habitual, apesar das directivas que os próprios anunciaram recentemente de "não se referir a origem, etnia, religião" nas notícias pelos mesmos divulgadas.

8. Por ter sido a semana do 10 de Junho não queremos, apesar disso, fazer deste caso algo parecido ao que se passou com o ARRASTÃO, em que os lacaios do sistema peritos em sensacionalismo terrorista trataram de deturpar a realidade dos factos, e defendemos que se houve injúrias e ameaças de parte a parte estas devem ser investigadas e deve ser feita justiça. O que é de lamentar é que, mais uma vez, se faça uma autêntica lavagem cerebral aos portugueses com mais um caso em que os verdadeiros protagonistas são, como já é de resto habitual, os "jovens" e os seus advogados (jornalistas).

9. Quanto ao resto, e mais uma vez, frizamos o nosso total repúdio à violência gratuita. Somos, os nacionalistas, soldados políticos, não meros "jovens" ou arruaceiros. Ainda assim advogamos que todos os portugueses têm direito à defesa da sua integridade física, e dos seus bens pessoais, nunca como acto provocatório ou de agressão seja a quem for. De qualquer forma, e em conclusão, temos de referir que, se são os nacionalistas os primeiros a tentar combater a apatia generalizada em que se encontra o povo português não seremos nós "os primeiros a dar a outra face", mas muito menos os primeiros a ser uns cordeiros neste autêntico clima de guerra civil para o qual o sistema da destruição nacional está silenciosamente a empurrar os portugueses.

10. Para terminar, é extremamente curioso que quase nenhuma das inúmeras notícias, sejam elas dos jornais sejam da TV, tenham a assinatura da pessoa que elaborou a peça. Todos se referem à "fonte do JN", que por sua vez refere "uma fonte da PSP", mas ninguém sabe quem são essas miraculosas "fontes", nem quem "são" nem de onde apareceram. Estranho? Não, o costume...
"

Retirado de:
http://www.forum-nacional.net

"Contra-arrastão e o espantalho do Nazismo Nacional"










«Passamos do arrastão que nunca houve para o contra-arrastão que sempre houve. O que é o contra-arrastão? É a negação politicamente correcta de que haja problemas de criminalidade violenta e endémica nas grandes concentrações urbanas que têm como actores jovens negros da segunda geração. Dizer isto parece logo racismo, deve motivar o nosso comissário para as minorias étnicas a pedir mais desculpas públicas por se ter nomeado cor ou raça ou condição migrante.

O contra-arrastão que se reforçou pelo descrédito do arrastão é um produto como muitos outros do jornalismo de rebanho, aqui denunciado com veemência porque está do lado errado, quando noutros casos, é saudado como "jornalismo de causas" se está do lado certo (já alguém pediu desculpa aos portugueses pelos 100 mim mortos falsamente anunciados em Timor?). Mas não só: é também um produto de uma forma politizada e radical de um "anti-racismo" patrocinado emblematicamente pelo Bloco de Esquerda e que conheceu outro exemplo absurdo com o alarido comunicacional pelas declarações de um solitário (ou, se se quiser, acompanhado por umas dezenas) extremista "nacionalista revolucionário".

Subitamente, pareceu que a pátria estava em perigo de soçobrar no nazismo, as hordas armadas prefiguradas no legal armamento exibido pelo homem. O absurdo de tudo isto é que ele foi brevemente o preso político que a democracia é suposta não ter, porque o excesso de zelo policial, a roçar a ilegalidade, não se imaginaria nunca para um rapper suburbano que recitasse uma letra racista, como todos já ouvimos sem nunca nos soarem as mesmas campaínhas de alarme pelo apelo à violência que o solitário nazi fez soar pela comunicação social toda.»

Artigo de opinião publicado na Revista Sábado, nº 111, de 14 a 21 de Junho.


Retirado de:
http://www.frentenacional.net

"Isto que Pacheco Pereira diz não é novidade nenhuma, é algo que os nacionalistas vêm denunciando há vários anos, mas ainda assim alegra-nos que haja alguém, nem que isolado perante a restante «massa cultural» dominante nos Media, a colocar o dedo na ferida e a dizer aquilo que muitos pensam mas não se atrevem a dizer. A questão é que, sendo o professor Pacheco do sistema, pode dizer aquilo que bem entender sem que as suas opiniões sejam colocadas em causa por «idóneos jornalistas» ou motivo de «mega-processos» de «xenofobia» e «discriminação racial» ou «crimes contra a humanidade».

Ainda assim aguardamos pacientemente, e mais uma vez, por um processo-crime de «incitamento ao ódio» e «racismo» (e todas as outras balelas anexas), como tem sido habitual aos nacionalistas por organizarem concertos musicais ou manifestações contra o crime, por termos (re)publicado a opinião de Pacheco Pereira.

De resto, quanto a alguns artigos terroristas que têm sido publicados como sendo «notícias» mas que não passam de opiniões de jornalistas ao serviço de forças «obscuras» e, essas sim, terroristas, e apesar de estarmos conscientes das... «dificuldades» que a justiça atravessa, podemos anunciar que serão alvo da respectiva queixa-crime por parte dos visados.

A mentira tem perna curta! "

Sábado, Fevereiro 11, 2006

III – O Estado e a Disciplina

Os Povos de espírito colectivo são dotados de grande disciplina; esta disciplina está associada a todo e qualquer valor que possa, de alguma forma, enaltecer a Nação! E quando um Povo se enaltece, enaltece o seu chão – quer dizer, está-se a enaltecer a si próprio! Assim, eu sou adepto da mais inexorável disciplina! Uma criança sem disciplina Nacional, nunca pode crescer espiritualmente para que um dia possa dizer: Eu sou um Homem/Mulher de Portugal! As crianças que não conhecem o seu chão, sua história, sua inexorável disciplina, seus valores e consequentemente – a Si próprias! Nunca serão Homens e Mulheres de Portugal! Como é que o poderão ser se não conhecem, sequer, o chão onde pisam?

Os espíritos livres repudiam as missas intermináveis – dogmas – de etiquetas e de boas maneiras que, por fim, de nada tem a ver com o espírito de natureza verdadeiramente livre e colectivo, belo, criador, superior! Nós, os espíritos livres, vemos a história e idioma de cada Nação, na forma de um só! A mesma perspectiva aqui é aplicada em relação ao conceito de Estado e seu Povo: são como um só! Assim, o ensino da história e da língua Portuguesa são duas concepções do mesmo: A Nação!
Ora, como é que se pode educar a língua Portuguesa sem associar à sua própria história? Não pode! Os Párias desta sociedade têm chafurdado vezes sem fim, neste sector – que me parece ser o mais importante deles todos: O Ensino! E quanto mais mexem, mais afundam… (Será um assunto cuidadosamente tratado)

Esta é uma característica – a da disciplina – imperial para qualquer Estado que se queira elevar – elevar para além de Si próprio! – à prosperidade, criatividade, liberdade, … porém, acautelem-se os futuros dirigentes neste quadro! Estas “premissas” ficam, não obstante, no limiar da hipocrisia e repressão! (Mas na repressão e ditadura democrática vivemos nós, não é verdade?...) Existem sempre Homens degenerativos, e esses, uma vez identificados devem ser rapidamente afastados de qualquer lugar de representação colectiva! Estes – chamemos-lhe o nome exacto – os traidores, devem ser completamente abandonados pelo Estado – ou seja pelo Povo!

Os Homens e Mulheres, de espírito livre, são apologistas da mais férrea disciplina; ninguém pode transmitir disciplina se ele próprio não a tem – o mesmo, por exemplo, é dizer: um professor não pode ensinar inglês, se não souber inglês, será assim?... – só com a disciplina se pode construir algo, evoluir! Mas para evoluir a disciplina tem de ser transmitida, e para ser transmitida tem de existir! Antes, não queiram os pregadores da verdade moderna transmitir qualquer tipo de disciplina – quer dizer, transmitem o culto da anarquia! Resultado disto… Está à vista!...

Acabava eu de escrever estas linhas, quando vi uma execelente intervenção Sobre a Disciplina Nacionalista... Citava aqui porque, para mim, tem imensa significação este tipo de maneira de estar face à Vida...

http://www.forum-nacional.net/viewtopic.php?t=6333

Utilizadora Helena - www.forum-nacional.net

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Somos pessoas que partilham uma mesma ideia do que poderá ser uma sociedade perfeita. Não temos um visual, temos uma visão. Encaramos o nosso ideal não estereotipado como um modo de vida, ou seja, todos os nossos interesses estão englobados numa perspectiva diferente à que hoje em dia é banalizada. E isto enquadra-se nas mais diversas áreas, como a história, a geografia, a literatura, as artes, o desporto e a ciência.

Desprezamos todos aqueles que não são dignos do verbo ser.
Todos aqueles que são hipócritas e usam nas suas próprias vidas, e muitas vezes nas dos outros, a atitude do “faz o que eu digo, não faças o que eu faço”.
Todos que propangandeiam ideias falsamente moralistas.
Desprezamos os homens que têm amantes, as mulheres prostitutas, os alcoólicos, os toxicodependentes e os criminosos.
Todos aqueles que não têm carácter, que fazem tudo por dinheiro, poder ou protagonismo. Todos aqueles que são corruptos.
Todos aqueles que não permitem o rigor e a transparência daquilo que supostamente defendem.
Todos aqueles que aproveitam a fragilidade de uns para atingirem objectivos concerteza não louváveis. Não representamos quaisquer associações ou elementos partidários.

Nós representamos todos os Portugueses que amam a sua Pátria, que têm orgulho no seu País e em si próprios, que têm moral, ética, disciplina, conservadorismo inato neles próprios.
Representamos um Portugal não conformado com a realidade, com a libertinagem e falsos moralismos.
Representamos os que estão de uma certa forma revoltados com este sistema desactualizado, completamente descontextualizado e corrupto.
Representamos o conceito Família padronizado na sociedade actual, sendo ele composto por um Pai, uma Mãe e Filho.
Consideramos que somente este padrão tem a capacidade para educar as nossas crianças, que são o futuro de Portugal, e consequentemente contribuirão para a evolução da nossa sociedade em termos educacionais, morais e de competência.
Representamos um modelo de vida saudável. Representamos os animais, a natureza, tudo o que é natural!

Regemo-nos por três valores que são imprescindíveis e que limitam a nossa conduta para aquilo que consideramos correcto e que todos deveriam seguir.
Eles são:
- Disciplina
- Honra
- Lealdade
Estes três valores são absolutamente necessários e englobam na sua essência muitos outros valores que seguimos e que faz parte do nosso modo de vida, da nossa conduta. A amizade desmedida, o orgulho em sermos quem somos e o que fomos historicamente são a consequência destes conceitos por nós defendidos. O único ódio que temos chama-se mentira.

Nós representamos todos os Portugueses que amam a sua Pátria, que têm orgulho no seu País e em si próprios, que têm moral, ética, disciplina, conservadorismo inato neles próprios.
Representamos um Portugal não conformado com a realidade, com a libertinagem e falsos moralismos. Representamos os que estão de uma certa forma revoltados com este sistema desactualizado, completamente descontextualizado e corrupto.
Representamos o conceito Família padronizado na sociedade actual, sendo ele composto por um Pai, uma Mãe e Filho. Consideramos que somente este padrão tem a capacidade para educar as nossas crianças, que são o futuro de Portugal, e consequentemente contribuirão para a evolução da nossa sociedade em termos educacionais, morais e de competência.
Representamos um modelo de vida saudável.
Representamos os animais, a natureza, tudo o que é natural.
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Domingo, Fevereiro 05, 2006

II – O Estado Nacional

Imaginem agora outro quadro: um político – perdoem-me mas neste quadro peço-lhes não mencionar a expressão “político”, vamos chamar representante! – dizia eu, imaginem agora representantes de todas as partes da Nação, pessoas que só tivessem um objectivo, ainda que profissional – A Nação! As palavras Nação e Nacionalismo estão intimamente ligadas; as próprias palavras o são… Só não o são para o Povo da Europa! Pensado neste impossível quadro no Portugal de hoje – o Portugal mais Moderno, o Portugal mais culto, mais desenvolvido, …, em suma: o Portugal decadente – como seria então o Povo com estes representantes?
Representantes desta estirpe só provocam um efeito nas Nações: a Colectividade Nacional! Poderia aqui apresentar uma interminável lista de provas quanto à veracidade e credibilidade destas linhas; porém, penso já não ser necessário fazê-lo, pois basta olhar à volta! Até um cego as vê! Porque também ele vê, basta cheirar; é que de facto, o cheiro da imundice em que Portugal está mergulhado todos o sentem…

Provocando esta onda – expressão moderna, para que fique mais bué de fixe – a da colectividade Nacional, existem imediatos efeitos disto:

- Povos com espírito colectivo pensam sempre primeiro em si, e depois nos outros; - O que? Egoísmo? É do que se trata é de Egoísmo? Perguntarão os democratas - Egoísmo é o que retrata hoje Portugal! Egoísmo é o que existe em todas as classes de Portugal! Não fosse Ele o país mais pobre da Europa, e não fosse Ele o país, em que o fosso existente entre ricos e pobres fosse brutal, e não fosse Ele o país onde as marcas de carros de luxo duplicaram o ano passado, e não fosse ele…. Não fosse Ele a decadência sem espelho!

As pessoas nunca se vêm ao espelho! O nosso espelho reflecte sempre a imagem imunda dos outros! – sem discernirem que é a própria imagem que vêm, e que por fim, na maior tentativa cobarde, porém eficaz, a imputam aos outros! Isto é Portugal, egoísta, perdido nas brumas da história, porco em valores do dinheiro e da política imbecil! Isto sim é Portugal!...

- Trabalham para a unidade Nacional! Esta é uma característica sublime do Povo de Portugal! Em tempos “perecidos”, que mais aprecem contos de fadas, o Povo de Portugal – A Nação Valente como lhe chamavam – tudo faziam por tudo e por todos! – ou seja, pela Nação Soberana – ou seja, por si – ou seja, pela Nacionalidade Superior e Livre!

Mas esta ideia de Povo Livre é uma ideia que sempre retratou Portugal! Mesmo até quando deixou de se chamar Portugal e se chamava Espanha! Meramente uma troca de palavras, somente isso, porque a Unidade Nacional, sendo ela a mais poderosa de todas as forças Humanas, que se acautelasse o inimigo que era só uma questão de tempo para que tudo fosse restabelecido! – Portugal sempre foi subestimado pelo seu mais directo rival, mesmo depois de tanta derrota, Ele nunca se convenceu que não é o número que faz vencer batalhas: é a sublime e imensa força espiritual e unidade guerreira é que faz vencer batalhas! Não o inverso… É uma prova inexorável; testemunhe a história da Península Ibérica!...

- O socorro aos Seus é um imperativo espadarte destes Povos! Nunca, em período algum da história Lusitana, os mandantes dos destinos da Nação foram tão indiferentes a esta como hoje! A dissimulação e mentira, associada à extraordinária máquina de propaganda que os nossos dirigentes hoje têm, é um extraordinário sedativo aos portugueses – e assim imputam sucessiva e democraticamente as suas próprias culpas, para os sucessores! Este é o retrato da democracia! – ou seja o retrato do Povo rebanho; ou seja o Povo decadente!
O Estado que não é virado para os Seus, é virado para a democracia; por outras palavras: A democracia é o auge do não-Estado! Os Homens são iguais e, por isso mesmo, têm direitos iguais!... Oh imbecilidade! Oh mentira! Oh Portugal!...

- O Estado Nacional Colectivo perece com os Seus – porque é Ele os Seus! Estado e Povo são como um só! Povo e Estado são a mesmíssima coisa! Ao olhar para um Povo vê-se o Estado! Por outras palavras, o Povo é o espelho do Estado e vice-versa!
O inverso disto chama-se Portugal mais Moderno, Portugal mais Europeu, Portugal mais Humano, Portugal de hoje, Portugal mais pobre… eu chamo-lhe, o Portugal mais podre e miserável que nunca! O quê? A máxima do “orgulhosamente sós”? Nada disso! De Nada tem estas linhas a ver com salazarismos e os seus adeptos! De Nada tem a ver com orgulho de estar só! Portugal nunca esteve só! Portugal nunca deveu nada a ninguém – a não ser hoje que mendiga miseravelmente pela a ajuda europeia com dinheiros para encher os próprios bolsos de quem o mendiga! Não poderia ser esta a mais pura e crua realidade; não fosse Portugal o que é hoje em dia…

I – A descrença do Estado

Existe, hoje, a perspectiva completamente errónea do conceito de estado. Ao longo do tempo, o conceito de Estado ficou reduzido – quer dizer, ficou associado – a dois conceitos básicos: o Estado que recebe dinheiro, e o Estado que dá – pouco – dinheiro. Por outras palavras, o conceito de Estado que o Povo de Portugal tem é, exactamente, o da fuga total perante ele! – e tem razões mais que suficientes para o fazer!...

Há muito que Povo se desligou do Estado, ou melhor, há muito que o Estado abandonou a ligação – que é vital – que deve existir entre Ele e o seu Povo! Porém, a verdade é simplesmente esta: não existe nenhuma ligação entre o Estado e o Povo de Portugal!... Mas, façam esta pergunta a vós próprios: Mas afinal que Estado é esse? E, mais importante, mas afinal que Povo é este?
A resposta imediata, que se poderia ter destas duas perguntas e em simultâneo seria: nenhum! Parece-me que responder desta forma a estas perguntas, poderá ser demasiadamente rígida face ao potencial do Povo de Portugal, quer dizer, para ser mais moderno, é uma resposta muito radical!... Será?...

O maior sintoma de disto, não poderia ser outro: o fartote que o Povo tem em relação aos políticos! Qualquer pessoa minimamente decente repudia qualquer político! – não se respira ar puro na presença de um político! Os políticos de Portugal – e da Europa - é a classe mais desprezável da Nação! Ora, se pensarmos que são esses que (não)comandam Portugal… A resposta é simples e tristemente óbvia…

Dotados de esperteza imensa – qualquer raposa ficaria com pêlo eriçado com tamanha faculdade… E fugiria! Dotados da extraordinária capacidade de distanciar seu Povo de Si mesmo – parece-me a mim que o Povo de Portugal nunca foi tão estúpido como hoje! – Portugal está mais culto, dirão! Essa cultura – desculpem, mas essa cultura tem estes sinónimos: ganância, desprezo Nacional (ou seja, por Si mesmo), decadência! Cujo valor, finalmente, se lhe apresenta reduzido ao dinheiro! Esta é a cultura de Portugal!...