Segunda-feira, Novembro 21, 2005

Conferência dia 19/ 11/ 2005




















Por razões profissionais não pude estar presente neste evento! Mas posso, pelos relatos de Companheiros Presentes, recomfirmar a reflexão feita aqui:

http://blog.comunidades.net/lusitano_ms/index.php?op=arquivo&pagina=7&mmes=09&anon=2005

Relato do Companheiro Walter - Fórum Nacional

http://www.forum-nacional.net/viewtopic.php?t=8650
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O Paulo Guimarães transmitiu a ideia, durante o seu empolgante discurso, que pouco importa o que dizemos, o que discursamos ou o que escrevemos... se a nossa atitude, o nosso comportamento não está de acordo com essas mesmas ideias e valores em que dizemos acreditar.

Pois bem, a Conferência de ontem mostrou a verdadeira força e dinamismo da FN (Frente Nacional).

É certo que, em termos numéricos, a Conferência foi um sucesso. Aliás, alguém dizia ontem que, nos últimos anos e talvez desde 1974, nunca tinha havido um evento do género. Estou inteiramente de acordo. Na verdade, talvez devêssemos recuar até antes de 1974 para encontrar algo semelhante, onde nem os organizadores promovem um Nacionalismo do Minho a Timor, nem os participantes defendem um Portugal multicultural… muito pelo contrário!!!

Mas, na minha opinião, penso que a verdadeira força e dinamismo da FN se revelou num outro aspecto. Acho que, ainda mais importante do que a elevada quantidade de participantes, foi o total envolvimento de dezenas de militantes da FN nos vários aspectos da organização da Conferência. Em todas as áreas! Desde quem esteve na rua (ao frio e à chuva) a indicar a localização do Hotel, na entrada da sala a «verificar» cada uma das pessoas, na «bilheteira» a colocar o pin FN no coração dos participantes, ao «artesão» que fez e ofereceu uma recordação da FN a cada um dos oradores, às várias pessoas que trouxeram doces, salgados e bebidas de diferentes regiões do País e que tão bem expostos ficaram nas mesas (apenas lamento não ter tido oportunidade de provar alguns dos bolos que tinham um aspecto magnífico!), a quem viajou (novamente) centenas de quilómetros para estar presente, a quem contribuiu financeiramente, a todos que receberam com simpatia outros participantes e, naturalmente, aos… restantes organizadores desta Conferência!

Parabéns a todos! Obrigado! Mostraram, com o vosso compromisso e envolvimento, que a FN é um grupo de Portugueses que tem consciência e orgulho nas nossas raízes culturais e que – como o Paulo afirmou – vivemos de acordo com valores e ideais em que acreditamos! A FN é a Locomotiva do Nacionalismo em Portugal!!! Pelas suas actividades, pelo exemplo que os seus militantes dão!

Num mundo de andróides, em que (quase) todos olham apenas para o seu umbigo e passam pela vida apáticos, sem a viver realmente, esta Conferência mostra, outra vez, que existe uma consistente alternativa ideológica e comportamental!
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Comparem as duas reflexões e vejam a concordância das mesmas...

Conhecer a Frente Nacional - http://www.frente-nacional.org

Domingo, Novembro 20, 2005

Geração Nacionalista

Sexta-feira, Novembro 18, 2005

Afirmação Patriótica - Lisboa

Por ocasião do dia da Restauração da Independência (1 de Dezembro), a Juventude Nacionalista vai organizar um colóquio, seguido de um jantar, para comemorar a efeméride.

O colóquio, com o título “Portugal (in)dependente”, contará com a participação do Prof. Humberto de Oliveira (secretário-geral do PNR – Partido Nacional Renovador) e do Dr. Miguel Jardim (ex-responsável pela secção portuguesa da Amnistia Internacional e actual dirigente da Associação Causa Identitária).

A JN convida todos os nacionalistas, patriotas, simpatizantes ou simples curiosos a marcar presença neste evento.




















Programa:
18h30 - Inicio do evento

19h00 - 20h00 - Colóquio

20h30- Inicio Jantar

O jantar decorrerá na Casa das Beiras (Rua Almirante Reis nº 256 1º dt.)

Para reservar lugar deverá ser enviado um e-mail para geral@juvenac.org onde deve constar o nome e o número de contacto.

Retirado de: http://www.forum-nacional.net/viewtopic.php?t=8631

Segunda-feira, Novembro 07, 2005

250 Anos depois – As Marionetas
















Fez-se a comemoração do sismo que afectou Lisboa…
É muito interessante que esta comemoração, ao contrário de muitas outras, foi tratada de uma forma tão leviana como estúpida!...

Para percebermos melhor a estupidez desta comemoração, considere-se a título de exemplo: nas comemorações que fazem por todo o lado – principalmente na Alemanha – do fim do Nazismo, fazem retrospectivas de como se vivia na época anterior, durante aquele regime, a queda e suas condicionantes e, finalmente, aquilo que se fez a partir de então; justificando sublimemente, e de inexorável forma, porque aquele regime nunca foi e nem nunca será um modelo a seguir no futuro: “Para que nunca mais volte acontecer!” Gritam todos! Ou seja, e em definitivo: justificam a comemoração!

Com o arrasar, quase total, da cidade de Lisboa pelo sismo e consequente maremoto, as pessoas – antes da catástrofe – viviam de uma determinada forma, depois passaram a viver de outra forma (ou não…)! Significa isto que: tal como se fez em relação ao exemplo dado, deve-se ter feito algo também para que nos defendamos de alguma forma, no futuro de uma catástrofe igual à anterior (que como se sabe, ode acontecer a qualquer instante); ou pelo menos que seja menor do que aquela que foi na altura do sismo! Tinha de ter sido feito algo para minimizar/atenuar os efeitos que pudessem ser provocados no futuro por outra eventual – porém certa – catástrofe para a cidade de Lisboa: e de facto assim foi! No após destruição, nas construções passaram a ser levadas em total atenção a zona de alta probabilidade sísmica, o ordenamento do território passou a ser mais cuidadoso… sempre com a memória fresca pelo que se perdeu com os erros do passado, etc.

Com o passar do tempo, a memória passou a ser cada vez menos fresca, e sucessivamente aquele acontecimento ficou perdido no tempo, que chegamos hoje numa cidade completamente desajustada a qualquer tipo de catástrofe como a que a aconteceu! Se à 250 anos atrás, se poderão ter perdido 60 mil almas Lisboetas; hoje… Nem queiram pensar…

E para que aconteça em Lisboa uma calamidade, nem é preciso que aconteça outro sismo como aquele! Bastaria aquela tempestade de à pouco tempo ter-se dirigido para lá… Era enorme! Mas tudo bem, ela formou-se e, naturalmente seguiu o seu percurso normal… Até ao dia…

Porque será? (Façam estas perguntas a Vós próprios) Porque será que uma questão como esta foi tratada como se de um filme tratasse? E ainda mais grave: o que não fizeram para prevenir, de novo, o tal filme?...

Tratar um assunto destes, ordenar o território com vista à defesa colectiva sempre foi uma característica primária de Nosso Povo, basta pensar que Nosso Território sempre viveu na ameaça vinda em todas as direcções! Seja a sul (e restantes) pelo mundo Árabe, seja nas restantes direcções pela sombra e sede de anexação de Espanha… E o que se fez foi desencadear planos de defesa para poder resistir a tanta ganância, ódios e invejas alheias…
No entanto, mesmo com tanta ameaça sempre presente, o Povo da Nação Valente triunfou sobre todos Eles!...

Porque se perdeu tudo isso, porque “morreu” o espírito colectivo da Nação Valente? Por falta de necessidade – responderão os pobres de espírito; mas será que, de facto, a necessidade da defesa desapareceu?... Será que, em discernimento da Alma Valente, se trocou pela necessidade da construção da Aldeia Global? Uma igualdade entre Povos que nunca existirá; e em que finalmente, somo meras marionetas dos Povos ricos – a própria Europa é uma marioneta americana – sem qualquer identidade; a não ser a mandatária pelo dinheiro e capital empresarial!...

Concluindo… O sismo acontecerá e os párias desta sociedade – como os da altura – irão deixar seu Povo sofrer mais uma calamidade, porque desde aquela altura, nada mais se fez a não ser a busca imunda pelo capital… Talvez, num futuro próximo, os pregadores da verdade já não tenham voz para gritar as suas máximas frente a um Povo revoltado, que se quer levantar pelos seus próprios meios: O Povo de Portugal nunca foi marioneta de Ninguém, a não ser na actualidade…

Sexta-feira, Novembro 04, 2005

Comunicado da JN contra a "Fuga de Cérebros"





"As notícias do passado dia 28 de Outubro dão Portugal como o 21º na lista dos países com mais licenciados a trabalhar noutros países. Ou seja, um em cada cinco portugueses habilitados com o Ensino Superior trabalha no estrangeiro.

A Juventude Nacionalista não se resigna perante esta escandalosa situação. É um autêntico crime que os mais promissores jovens portugueses tenham que emigrar para poder trabalhar e/ou desenvolver as suas pesquisas. O Estado português tem o dever de disponibilizar as condições necessárias para que os cérebros da Nação não sejam obrigados a fugir do país. Propomos a construção e desenvolvimento de centros de investigação e desenvolvimento e o fornecimento de bolsas de estudo aos alunos que mais se evidenciem no campo científico-tecnológico.

Parece que o Estado ainda não deu conta que a saída dos portugueses licenciados (que se agravará com a entrada em vigor do protocolo de Bolonha) e a entrada massiva de imigrantes sem qualquer habilitação pode levar Portugal a uma grave situação de inércia e subdesenvolvimento.

A Juventude Nacionalista está ao lado dos jovens portugueses para que em Portugal estes estejam sempre em primeiro lugar!"

A Direcção Nacional da JN
30/10/2005

Tomei a liberdade de editar aqui este comunicado, pois para mim é um tema importantíssimo, e não posso de deixar de congratular Juventude Nacionalista e o Partido Nacional Renovador por este comunicado.

P.N.R.

Já no outro Blog, tinha dado os parabéns pelo excelente resultado eleitoral do Partido Nacional Renovador (P.N.R.)... De facto, num sistema em que as eleições são feitas para os grandes partidos políticos - aqui a expressão "grande" significa, na integra, os que têm dinheiro! Ou seja, os partidos políticos que, como se não bastasse os patrocínios das empresas interessadas/"amigas" de cada um deles, ainda têm orçamento de estado próprio para isso - aquele resultado só poderia ser um resultado de um Partido completamente diferente da "irmandade" democrática, ou seja de um partido Nacionalista!








E, como partido Nacionalista que é, não poderia Ele ter outra razão de existência a não ser: A Nação de Portugal para os Portugueses!
Poderiam os Párias desta sociedade moderna berrar: Propaganda de quem não tem pernas para andar! E a esses respondo:
1 - Trata-se de um Simples Português, como tantos milhares que existem, que não tem as pálas de burro que Vós, ó poetas da verdade, colocaram nos olhos de Portugal como se de gado se tratasse! Porém, o Povo de Portugal não é gado! O Povo da Nação Valente tem Séculos de História Livre, História Colectiva, História de Objectivos e Feitos que muitos Poucos se poderão recordar...
Mas, ó sabedores de todas as verdades, é disso que Vive hoje Portugal, de ténues memórias... Porque de facto - aí dou-lhes mesmo os parabéns - foi um explêndido trabalho que fizestes: Afundastes Portugal!










2 - E não, nenhuma afinidade tenho com o Partido Nacional Renovador, apenas a espiritual - como tantos outros a terão no futuro - por isso mesmo é que Vós, direitas e esquerdas, tentam já armodaçar quem se opõe ao vosso sistema, sob o Artigo da Liberade de expressão Inexorável só, só aplicável a Vós!


A JUVENTUDE NACIONALISTA



















Teria mesmo de escrever umas linhas dedicadas à Juventude Nacionalista; pois nunca o tinha feito antes.
É este um dos sinais de mundança de ventos na Nação! Juventude que se preocupa com o seu futuro, mas que preocupa com uma perspectiva diferente: A perspectiva da Colectividade Nacional! Esta maneira de ver as coisas, a Visão da Colectividade, foi herdada, exactamente, dos nossos antepassados; porque essa era a maneira deles de ver as coisas! Perguntem-se a Vós próprios:

Como pode um Estado ficar impávido e sereno, ao ver abalar os seus investigadores?
(para a retórica do "fazemos e acontecemos" penso que nem é necessário justificar esta pergunta, pois está à vista de todos: Eles estão fora, não estão aqui!)

Como pode um Estado Viver assim desta maneira, olhar para os jovens que têm de ir para o estrangeiro para poderem estudar? Pois cá, é o que se vê, e o que se vive! Como foi possível chegarmos Nós a isto?...

Assim sendo, perguntas como esta - que são tão tristes quanto vergonhosas para Portugal - levaram estes Jovens a olhar de forma diferente a Sua Nação!...

Perguntai aos outros países por onde andam os Nossos Brilhantes Investigadores, se gostariam de ver os Seus, a abalar para outra Nação, porque a Sua não lhes dá o mínimo (reparai que se menciona o mínimo) de condições para poderem desenvolver os seus trabalhos? E vejam a resposta...

Portanto, e para finalizar, Votos sinceros que a Juventude Nacionalista prospere! Porque, de facto, esta Juventude Nacionalista tem pernas para andar; só tem mesmo de Andar, mesmo que outros não deixem...

Força e Honra

Da Moral

Para dar por encerrado este assunto, não poderia de escrever algumas linhas – talvez de reflexão – devido a esta foto e, mais uma vez, vermos o enlamear de calúnias que aquela gerou.













MORALIDADE

Em toda a história, quando um Homem se dispôs a fazer algo que incomodasse o Sistema em vigor, todo e qualquer tipo de violência era usado contra Ele.
Não se olha a meios, a destruição Moral e, principalmente, pessoal é o fim. A Santa Inquisição, por exemplo, é um bom exemplo disso na história do cristianismo.

Repare-se ainda que conforme seja o objectivo a alcançar, assim se tomam as atitudes, e aquilo que pode até ser sagrado hoje, é calúnia e lama no objectivo seguinte! Um dia (como exemplo ilustrativo), foram fundados os Cavaleiros Templários, Homens de Honra que lutavam com o próprio sangue, por Deus! E tinha poderes que igualava aos do próprio Rei! E o fizeram com uma bravura que ainda hoje qualquer Árabe relembra com o mais profundo ódio. No entanto, veja-se como acabaram… Terá sido essa a razão mais provável para a sua extinção… Já não eram úteis – que dizer, eram dispensáveis – ao poder total que Filipe (Rei de França) queria a todo o custo (não só mas também)… Tudo isto só para termos uma certa visão de que: conforme os tempos, são assim as vontades e, principalmente, as moralidades de interesses...

E claro, esta situação – a envolvente em torno daquela foto – em nada tem de diferente em relação a outros Homens. Desta vez, como já tínhamos constatado, as titulações impostas aos organizadores desta (e da anterior manifestação) como sendo assassinos, sem discernirem que era na anterior que deveriam tê-lo feito, porque aquela era contra a criminalidade! Ora, se fossem os Senhores da verdade um pouco mais inteligentes, teriam feito esse enlamear daqueles, exactamente nessa altura, pois seria muito mais eficaz a propaganda mentirosa… Não o fizeram, sabe-se lá porquê… Mas foi agora pronto, um dia teria de ser…

Mas, além de assassino, outra infâmia aconteceu e é essa a razão destas linhas: diziam que tinha sido um acto de violência a presença de crianças nesta manifestação, em particular essa pessoa que vemos na foto.
É interessante a maneira como, hoje, se intitulam as pessoas… É interessante que políticos usam os filhos em propagandas políticas, tudo fazem; e no entanto nunca ninguém (a imprensa) ligou a isso. Um cidadão, que vai a uma manifestação acompanhado de seu filho, que ficou mais que vista a afectividade e ligação entre os dois – basta olhar – intitulam isso como acto de violência!

Se olharem para os filhos dos políticos em suas campanhas, na certa que não notar aquilo que se notou entre aqueles. Até porque nem este Homem tem nada a ver com os políticos da actualidade, e nem sequer o é! E será por isso, exactamente por isso, que aquele foi logo alvo de ataques morais, por quem não qualquer moral para o fazer…

Dotado de grande decência cívica (não fosse ele um Grande Nacionalista) e sentido Nacional, não poderia ele ter outra atitude a não ser aquela! Uma manifestação, que não era mais que uma passeata completamente pacata – mas seguramente escoltada pela polícia – contra a indução homossexual.
Não seria acto de violência se um pai leva seus filhos nas suas borgas até de madrugada em lugares que, do meu ponto de vista, nem para adultos são aconselháveis… Quanto mais a crianças…

Ora, como podem eles fazer insinuações deste tipo? A resposta é simples: esta manifestação foi exactamente ao encontro – quer dizer, esbarrou – daquilo que toda gente sabe (e até condena) mas que ninguém é capaz de assumir por alguma razão…

Porém, quando alguém questiona o encastramento em que um povo vive, e o tenta despertar para a realidade Nacional, é imediatamente amordaçado pelos pregadores desse mesmo encastramento. E que no fim, a maioria deste povo está, precisamente, ao lado desta “Violência”… E é aqui, é que os pregadores da igualdade, e da verdade, tremem quando vêm o povo a olhar, vendo, que um Homem dotado de Decência e Honra que eles nunca terão sequer, em sonhos!...

Censura



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O PNR, Partido Nacional, tem sido a única voz que, verdadeiramente sai em defesa de Portugal e dos portugueses.

Porém, face a um sistema profundamente injusto que promove os partidos de poder e silencia os pequenos partidos cuja mensagem ameace o seu “status quo”, o PNR iniciou há 5 meses atrás, uma estratégia de maior intervenção e visibilidade para furar o bloqueio do silêncio imposto pelo sistema e para, desse modo, fazer chegar a sua mensagem ao povo.

Essa estratégia está a surtir efeito! Temos assim, experimentado um apoio crescente sem precedentes. Face a esta inequívoca realidade, os “campeões da tolerância” – sempre atentos – começam a ficar incomodados e preocupados com o previsivel crescimento significativo do Partido Nacional. É bom de ver que, nestas ocasiões, se desmascaram a si próprios, mostrando que afinal só defendem a tão apregoada liberdade de expressão para quem pensa como eles, procurando por todos os meios censurar quem expressa ideias verdadeiramente alternativas.

É neste contexto que começa, assim, a endurecer a perseguição política ao PNR, numa (vã) tentativa de o calar e de o fazer recuar. Se o “truque” da censura silenciosa já não é suficiente, há que passar à acção, fazendo avançar certas organizações “de serviço” que moveram acções judiciais contra o PNR e os seus dirigentes.

Ler mais em: http://www.pnr.pt

Adeia

A maior ruína de uma Nação é a divisão! Quanto maior é a divisão, maior é decadência de um Povo!

Um bom exemplo disso mesmo é os dias que correm… Se repararmos toda a gente contesta contra tudo e contra todos – numa tentativa desesperada de mostrar que se é melhor que os outros, seja em que tema seja; sem discernirem que ao opinarem sobre tudo (e sempre de forma destrutiva) estão, exactamente, a contribuir para uma maior ruína de seu povo, e consequentemente a sua própria ruína… E a isto, intitulo eu de concorrência!

Repare-se que toda a gente tem sempre uma opinião a dar, mesmo que não saiba do que fala – que, como se sabe, acontece na maior parte dos casos – e ainda assim, mesmo que saiba do que fala, para a solução de um determinado problema, o alvo de solução é sempre o mesmo: “o estado que resolva, é para isso que pago”… Expressão tão arrogante como estúpida… Pensando que são sempre os párias desta sociedade a apontar o dedo ao Estado para que resolva tudo, mas com a seguinte imperativa: o Estado só pode interferir quando existem problemas, ou seja e em definitivo, o estado só pode interferir para dar! o Estado tem de ficar de fora quando qualquer negócio dá dinheiro, sem se importarem em que condições surge esse dinheiro… Desde que corra, terá sempre o Estado de ficar de fora!

Esta é a linha de pensamento do sistema político e social moderno, o Estado doador. Que não é mais do que uma fusão de ideologias a que normalmente o Nacionalismo intitula de Social-Comunismo.

Outro sintoma de ruína de uma nação é o ciclo encarnado! Este ciclo encarnado é, exactamente, as eleições. As eleições são sempre para os partidos com dinheiro (ou com acesso a ele…); não existem eleições para mais nenhum partido político na sociedade democrática a não ser para aqueles! Sendo uma sociedade dominada pelas televisões, não poderia ter outra forma esta sociedade portuguesa…

No entanto, repare-se que toda a gente critica, e toda a gente renova, periodicamente, quem dirige os destinos da Nação… Não poderia haver maior sinal de ruína para um povo que este: o do ciclo encarnado! Sucessivos governos – que são sempre os mesmos – têm passado pela direcção dos destinos da nação, e no fim de tanto ano de reformas atrás de reformas em todos os sectores da sociedade, políticas imbecis que em nada mudaram – quer dizer, mudaram para que ficasse ainda pior – e a veracidade destas linhas existe, de facto, basta olhar em volta. Eleitos democraticamente pelo povo gado, os mandatários da verdade, vão-se reciclando ao longo dos anos, sem que nada se veja de útil, para o povo gado que o elegeu!

Mas este povo gado que existe hoje nas sociedades modernas, não se trata de uma metamorfose de si mesmo; trata-se, exactamente, de uma metamorfose induzida pelos poetas da verdade democrática, de uma forma lenta (outrora) e vertiginosa (hoje) que nem se sabe até quando manterá a sua identidade… Se é que esse conceito ainda existe…

Esquecida/Apagada a perspectiva da história colectiva, não existe oportunidade de escolha para os Povos, em seu destino! O povo está completamente encastrado nas garras desta aldeia global, e o resultado está à vista: completamente perdido em si próprio, dominado pelo mexerico, decadência moral e espiritual, mesquinhez e sem qualquer espírito criativo; a não ser, talvez, em troca do dinheiro…

Não é este o sinónimo de Aldeia?...