II – O Estado Nacional
Imaginem agora outro quadro: um político – perdoem-me mas neste quadro peço-lhes não mencionar a expressão “político”, vamos chamar representante! – dizia eu, imaginem agora representantes de todas as partes da Nação, pessoas que só tivessem um objectivo, ainda que profissional – A Nação! As palavras Nação e Nacionalismo estão intimamente ligadas; as próprias palavras o são… Só não o são para o Povo da Europa! Pensado neste impossível quadro no Portugal de hoje – o Portugal mais Moderno, o Portugal mais culto, mais desenvolvido, …, em suma: o Portugal decadente – como seria então o Povo com estes representantes?
Representantes desta estirpe só provocam um efeito nas Nações: a Colectividade Nacional! Poderia aqui apresentar uma interminável lista de provas quanto à veracidade e credibilidade destas linhas; porém, penso já não ser necessário fazê-lo, pois basta olhar à volta! Até um cego as vê! Porque também ele vê, basta cheirar; é que de facto, o cheiro da imundice em que Portugal está mergulhado todos o sentem…
Provocando esta onda – expressão moderna, para que fique mais bué de fixe – a da colectividade Nacional, existem imediatos efeitos disto:
- Povos com espírito colectivo pensam sempre primeiro em si, e depois nos outros; - O que? Egoísmo? É do que se trata é de Egoísmo? Perguntarão os democratas - Egoísmo é o que retrata hoje Portugal! Egoísmo é o que existe em todas as classes de Portugal! Não fosse Ele o país mais pobre da Europa, e não fosse Ele o país, em que o fosso existente entre ricos e pobres fosse brutal, e não fosse Ele o país onde as marcas de carros de luxo duplicaram o ano passado, e não fosse ele…. Não fosse Ele a decadência sem espelho!
As pessoas nunca se vêm ao espelho! O nosso espelho reflecte sempre a imagem imunda dos outros! – sem discernirem que é a própria imagem que vêm, e que por fim, na maior tentativa cobarde, porém eficaz, a imputam aos outros! Isto é Portugal, egoísta, perdido nas brumas da história, porco em valores do dinheiro e da política imbecil! Isto sim é Portugal!...
- Trabalham para a unidade Nacional! Esta é uma característica sublime do Povo de Portugal! Em tempos “perecidos”, que mais aprecem contos de fadas, o Povo de Portugal – A Nação Valente como lhe chamavam – tudo faziam por tudo e por todos! – ou seja, pela Nação Soberana – ou seja, por si – ou seja, pela Nacionalidade Superior e Livre!
Mas esta ideia de Povo Livre é uma ideia que sempre retratou Portugal! Mesmo até quando deixou de se chamar Portugal e se chamava Espanha! Meramente uma troca de palavras, somente isso, porque a Unidade Nacional, sendo ela a mais poderosa de todas as forças Humanas, que se acautelasse o inimigo que era só uma questão de tempo para que tudo fosse restabelecido! – Portugal sempre foi subestimado pelo seu mais directo rival, mesmo depois de tanta derrota, Ele nunca se convenceu que não é o número que faz vencer batalhas: é a sublime e imensa força espiritual e unidade guerreira é que faz vencer batalhas! Não o inverso… É uma prova inexorável; testemunhe a história da Península Ibérica!...
- O socorro aos Seus é um imperativo espadarte destes Povos! Nunca, em período algum da história Lusitana, os mandantes dos destinos da Nação foram tão indiferentes a esta como hoje! A dissimulação e mentira, associada à extraordinária máquina de propaganda que os nossos dirigentes hoje têm, é um extraordinário sedativo aos portugueses – e assim imputam sucessiva e democraticamente as suas próprias culpas, para os sucessores! Este é o retrato da democracia! – ou seja o retrato do Povo rebanho; ou seja o Povo decadente!
O Estado que não é virado para os Seus, é virado para a democracia; por outras palavras: A democracia é o auge do não-Estado! Os Homens são iguais e, por isso mesmo, têm direitos iguais!... Oh imbecilidade! Oh mentira! Oh Portugal!...
- O Estado Nacional Colectivo perece com os Seus – porque é Ele os Seus! Estado e Povo são como um só! Povo e Estado são a mesmíssima coisa! Ao olhar para um Povo vê-se o Estado! Por outras palavras, o Povo é o espelho do Estado e vice-versa!
O inverso disto chama-se Portugal mais Moderno, Portugal mais Europeu, Portugal mais Humano, Portugal de hoje, Portugal mais pobre… eu chamo-lhe, o Portugal mais podre e miserável que nunca! O quê? A máxima do “orgulhosamente sós”? Nada disso! De Nada tem estas linhas a ver com salazarismos e os seus adeptos! De Nada tem a ver com orgulho de estar só! Portugal nunca esteve só! Portugal nunca deveu nada a ninguém – a não ser hoje que mendiga miseravelmente pela a ajuda europeia com dinheiros para encher os próprios bolsos de quem o mendiga! Não poderia ser esta a mais pura e crua realidade; não fosse Portugal o que é hoje em dia…
Representantes desta estirpe só provocam um efeito nas Nações: a Colectividade Nacional! Poderia aqui apresentar uma interminável lista de provas quanto à veracidade e credibilidade destas linhas; porém, penso já não ser necessário fazê-lo, pois basta olhar à volta! Até um cego as vê! Porque também ele vê, basta cheirar; é que de facto, o cheiro da imundice em que Portugal está mergulhado todos o sentem…
Provocando esta onda – expressão moderna, para que fique mais bué de fixe – a da colectividade Nacional, existem imediatos efeitos disto:
- Povos com espírito colectivo pensam sempre primeiro em si, e depois nos outros; - O que? Egoísmo? É do que se trata é de Egoísmo? Perguntarão os democratas - Egoísmo é o que retrata hoje Portugal! Egoísmo é o que existe em todas as classes de Portugal! Não fosse Ele o país mais pobre da Europa, e não fosse Ele o país, em que o fosso existente entre ricos e pobres fosse brutal, e não fosse Ele o país onde as marcas de carros de luxo duplicaram o ano passado, e não fosse ele…. Não fosse Ele a decadência sem espelho!
As pessoas nunca se vêm ao espelho! O nosso espelho reflecte sempre a imagem imunda dos outros! – sem discernirem que é a própria imagem que vêm, e que por fim, na maior tentativa cobarde, porém eficaz, a imputam aos outros! Isto é Portugal, egoísta, perdido nas brumas da história, porco em valores do dinheiro e da política imbecil! Isto sim é Portugal!...
- Trabalham para a unidade Nacional! Esta é uma característica sublime do Povo de Portugal! Em tempos “perecidos”, que mais aprecem contos de fadas, o Povo de Portugal – A Nação Valente como lhe chamavam – tudo faziam por tudo e por todos! – ou seja, pela Nação Soberana – ou seja, por si – ou seja, pela Nacionalidade Superior e Livre!
Mas esta ideia de Povo Livre é uma ideia que sempre retratou Portugal! Mesmo até quando deixou de se chamar Portugal e se chamava Espanha! Meramente uma troca de palavras, somente isso, porque a Unidade Nacional, sendo ela a mais poderosa de todas as forças Humanas, que se acautelasse o inimigo que era só uma questão de tempo para que tudo fosse restabelecido! – Portugal sempre foi subestimado pelo seu mais directo rival, mesmo depois de tanta derrota, Ele nunca se convenceu que não é o número que faz vencer batalhas: é a sublime e imensa força espiritual e unidade guerreira é que faz vencer batalhas! Não o inverso… É uma prova inexorável; testemunhe a história da Península Ibérica!...
- O socorro aos Seus é um imperativo espadarte destes Povos! Nunca, em período algum da história Lusitana, os mandantes dos destinos da Nação foram tão indiferentes a esta como hoje! A dissimulação e mentira, associada à extraordinária máquina de propaganda que os nossos dirigentes hoje têm, é um extraordinário sedativo aos portugueses – e assim imputam sucessiva e democraticamente as suas próprias culpas, para os sucessores! Este é o retrato da democracia! – ou seja o retrato do Povo rebanho; ou seja o Povo decadente!
O Estado que não é virado para os Seus, é virado para a democracia; por outras palavras: A democracia é o auge do não-Estado! Os Homens são iguais e, por isso mesmo, têm direitos iguais!... Oh imbecilidade! Oh mentira! Oh Portugal!...
- O Estado Nacional Colectivo perece com os Seus – porque é Ele os Seus! Estado e Povo são como um só! Povo e Estado são a mesmíssima coisa! Ao olhar para um Povo vê-se o Estado! Por outras palavras, o Povo é o espelho do Estado e vice-versa!
O inverso disto chama-se Portugal mais Moderno, Portugal mais Europeu, Portugal mais Humano, Portugal de hoje, Portugal mais pobre… eu chamo-lhe, o Portugal mais podre e miserável que nunca! O quê? A máxima do “orgulhosamente sós”? Nada disso! De Nada tem estas linhas a ver com salazarismos e os seus adeptos! De Nada tem a ver com orgulho de estar só! Portugal nunca esteve só! Portugal nunca deveu nada a ninguém – a não ser hoje que mendiga miseravelmente pela a ajuda europeia com dinheiros para encher os próprios bolsos de quem o mendiga! Não poderia ser esta a mais pura e crua realidade; não fosse Portugal o que é hoje em dia…
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